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Guia de Produtos Junho de 2015


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Guia de Produtos – Junho de 2015.



FLEX®

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 00838590.


COMPOSIÇÃO:

5-(2-chloro-α,α,α-trifluoro-p-tolyloxy)-N-methyl sulfonyl-2-nitrobenzamide

(FOMESAFEM) 250 g/L (25% m/v)

Outros Ingredientes 870 g/L (87% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO (*)
CLASSE: HERBICIDA SELETIVO DE AÇÃO NÃO SISTÊMICA

GRUPO QUÍMICO: ÉTER DIFENÍLICO

TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO SOLÚVEL (SL)
TITULAR DO REGISTRO:

Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.

Av. Nações Unidas, 18001 – 2º andar

CEP: 04795-900 - São Paulo - SP - CNPJ: 60.744.463/0001-90

Tel.: (0XX11) 5643-2322 - Fax: (0XX11) 5643-2353

Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

Zhongzha Branch Jiangsu Chanqing Agrochemicals Co. Ltd.

Chemistry Development Zone - Daqiao Town – Jiangdu City

Jiangsu - China

FORMULADOR:

Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rod. Professor Zeferino Vaz, SP 332,

s/nº, km 127,5, Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP,

CNPJ 60.744.463/0010-80, Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Fersol Indústria e Comércio S.A.

Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 CEP: 18120-970 - Mairinque - SP –



CNPJ: 47.226.493/0001-46 Cadastro na SAA/CDA/SP nº 031.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.


Nº do lote ou partida:

VIDE EMBALAGEM

Data de fabricação:

Data de vencimento:


LEIA O RÓTULO E A BULA ANTES DE UTILIZAR O PRODUTO E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA. PROTEJA-SE.

É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA - I - EXTREMAMENTE TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL - II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE








































Cor da faixa: Vermelho vivo

INSTRUÇÕES DE USO:
FLEX é um herbicida seletivo, indicado para o controle das plantas infestantes de folhas largas, em pré-emergência para a cultura do algodão (Gossypium hirsutum), e pós-emergência para as culturas de feijão (Phaseolus vulgaris) e soja (Glycine max).
Para um bom controle das plantas infestantes, deve-se observar a espécie e o estádio de crescimento, conforme o quadro a seguir:


CULTURAS

NOME

COMUM

NOME

CIENTÍFICO

ESTÁGIO

DE

CRESCIMENTO

DOSE

(Litro pc*/ha)

ALGODÃO

Caruru
Joá-de-capote

Amaranthus deflexus
Physalis angulata

Aplicação em pré-emergência

1,5 Litro/ha

FEIJÃO, SOJA

Carrapicho rasteiro
Amendoim bravo
Corda de viola

Poaia branca


Trapoeraba

Acanthospermum australe
Euphorbia heterophylla
Ipomoea aristolochiaefolia

Ipomoea purpurea
Richardia brasiliensis
Commelina benghalensis

de 2 a 4 folhas

(5 cm)


1,0

Carrapicho de carneiro
Erva quente/

Poaia do campo


Serralha
Joá de capote
Joá / Maria Preta
Caruru

Picão-preto


Picão branco /

fazendeiro




Acathospermum hispidum
Spermacoce alata

Emilia sonchifolia
Nicandra physaloides
Solanum americanum
Amaranthus deflexus

Amaranthus viridis

Amaranthus hydridus
Bidens pilosa
Galinsoga parviflora

de 4 folhas (5 cm)

a

6 folhas (8 cm)



0,9 - 1,0

Beldoegra
Nabo
Mentrasto

Portulaca oleracea
Raphanus raphanistrum
Ageratum conyzoides


Mentruz
Falso mentruz

Lepidium virginicum
Coronopus didymus

2 a 6 folhas
4 a 10 folhas

1,0



Observação: melhores resultados são obtidos, quando aplicado sobre ervas com tamanhos menores.

* 0,9 L de produto comercial equivale a 225 g ia/ha.

1,0 L de produto comercial/ha equivale a 250 g ia/ha.



número E intervalo de aplicação:

Para a cultura da soja e do feijão deverá ser feita uma única aplicação, o que geralmente ocorre entre 20 a 30 dias após a emergência da cultura.

Para a cultura do algodão é recomendado uma única aplicação em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas.
MODO DE APLICAÇÃO:

Equipamentos de aplicação:

Pulverização costal:

Utilizar bico leque, da série 80 ou 110, com pressão de 30 a 50 lb/pol2 (206,8 a 344,7 kPa), aplicando 200 a 300 Litros de calda por hectare. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura.


Pulverizador de barra tratorizado:

Utilizar bicos leque da série 80 ou 110, com pressão de 30 a 50 lb/pol2 (206,8 a 344,7 kPa), aplicando 200 a 300 Litros de calda por hectare. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura.


Pulverização aérea:

Utilizar de 30 a 40 litros de calda por hectare. A aplicação poderá ser com avião acoplado de barra aplicadora ou atomizador rotativo Micronair.



Barra: pressão de 25 lb/pol2 (172,4 kPa), com bicos cônicos, pontas D6 a D12, providos de caracóis e placas com orifício (ângulo de 90o).

Usar barra e sistema de bicos “Reglojet” (laranja/marrom) ou bicos cônicos D6-10 com 46 espirais e operar com pressão de 20-35 psi (137,9 a 241,3 kPa). Os bicos “Reglojet” devem operar na posição vertical.



Micronair: pressão de 37 lb/pol2 (255,1 kPa), com 4 unidades, com ângulo de pá em 50o, ajustar adequadamente o regulador da vazão (VRU). A altura do vôo é de 2 a 3 m, com barra de 3 a 4 m, com Micronair e com faixa de deposição de 12 a 15 m.
RecomendaçÕES GeraIS: as gotas têm um diâmetro de 250 a 300 m, com 30 a 40 gotas/cm2.

O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para adequar a densidade.

Observações locais devem ser feitas, visando reduzir, ao mínimo, as perdas por deriva e evaporação.

Atenção: em todas as formas de aplicação, deve-se usar espalhante adesivo não iônico/aniônico, na concentração de 0,2% v/v (200 mL para cada 100 Litros de calda). A aplicação deverá ser feita em área total, quando as diferentes plantas infestantes atingirem o estádio de crescimento descrito no quadro de recomendações.

Para a cultura do algodão, com aplicações em pré-emergência, não é necessário adição de espalhante adesivo.


INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

Algodão (1)

Feijão 60 dias

Soja 60 dias




  1. Intervalo de segurança não estabelecido devido à modalidade de emprego, aplicação em pré-emergência da cultura.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:

Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

Obs.: FLEX pode dar uma leve descoloração das folhas da cultura, que desaparece 15 dias após a aplicação.

Evitar a aplicação do produto em condições de solo excessivamente seco e baixa umidade relativa do ar.

Observar um intervalo mínimo de 150 dias entre a aplicação do FLEX e o plantio de milho ou sorgo.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.


DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente.- IBAMA/MMA)


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente.- IBAMA/MMA)


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:

Incluir outros métodos de controle de pragas dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.



DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:

  • Produto para uso exclusivamente agrícola.

  • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.

  • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.

  • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.

  • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.

  • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.

  • Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.

  • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.


PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

  • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

  • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

  • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

  • Manuseie o produto em local aberto e ventilado.


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

  • Evite o máximo possível o contato com a área tratada.

  • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.

  • Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.

  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).

  • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

  • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.

  • Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

  • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

  • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.

  • Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.

  • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.

  • Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.

  • Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.

  • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.

  • Não reutilizar a embalagem vazia.

  • No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.



Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorrer naturalmente, deite a pessoa de lado. Nunca dê nada para beber ou comer a uma pessoa inconsciente.

Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), levar a pessoa para um local aberto e ventilado.

INFORMAÇÕES MÉDICAS – FOMESAFEM


Grupo químico

Éter difenílico


Vias de absorção

Oral, dérmica e inalatória.

Toxicocinética

Após a administração oral de fomesafem em ratos machos e fêmeas a absorção foi rápida, mas a excreção foi diferente nas menores doses. A principal via de eliminação de fomesafem nas fêmeas foi urinária (85%), e nos machos foi através das fezes (55%). Essa diferença ocorre por causa da maior excreção biliar nos machos. As diferenças entre os gêneros não ocorreu nas doses mais elevadas, sendo a urinária a principal via de eliminação. O único metabólito significante foi o ácido antranílico 5-(2-chloro-α, α, α-trifluoro-4-tolyloxy), encontrado na quantidade de 10% da dose. Nenhum outro metabólito foi encontrado em ratos em níveis acima de 5% da dose.

Mecanismos de toxicidade

O fomesafem tem um modo de ação específico por espécie. Em camundongos, ativa o receptor PPAR. Em humanos este modo de ação não ocorre baseado na diferença entre espécies e na toxicocinética.

Sintomas e sinais clínicos

O Flex apresentou baixa toxicidade aguda. Sinais de intoxicações são relacionados com a ingestão de grandes quantidades. Em estudos com animais, os sintomas de intoxicação aguda não foram específicos e foram transitórios. O mesmo pode ser esperado para humanos.

O fomesafem é tóxico para o trato gastrintestinal e fígado.



Diagnóstico


Por não existirem sinais de intoxicação humana específicos ao Flex ou ao seu ativo (fomesafem), o diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos.

Tratamento





Não existe antídoto específico, aplicar tratamento sintomático em caso de exposição.

As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas a interromper/ suspender a fonte de exposição ao produto, descontaminação gastrintestinal e proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico. Em caso de ingestão oral recente (geralmente dentro de uma hora) proceder à lavagem gástrica. Alertar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água.


Contra-indicações


Não induzir o vômito.

Atenção

Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica

RENACIAT – ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)



Telefone de Emergência da empresa: 0800-704-4304 (24 horas)


MECANISMO DE ABSORÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, METABOLIZAÇÃO E EXCREÇÃO (ADME):

Após a administração oral de fomesafem em ratos machos e fêmeas a absorção foi rápida, mas a excreção foi diferente nas menores doses. A principal via de eliminação de fomesafem nas fêmeas foi urinária (85%), e nos machos foi através das fezes (55%). Essa diferença ocorre por causa da maior excreção biliar nos machos. As diferenças entre os gêneros não ocorreu nas doses mais elevadas, sendo a urinária a principal via de eliminação. O único metabólito significante foi o ácido antranílico 5-(2-chloro-α, α, α-trifluoro-4-tolyloxy), encontrado na quantidade de 10% da dose. Nenhum outro metabólito foi encontrado em ratos em níveis acima de 5% da dose.


EFEITOS AGUDOS:

Dados de toxicidade aguda da formulação:

DL50 oral > 2000 mg/kg p.c. para ratos machos e fêmeas.

DL50 dérmica > 4000 mg/kg p.c. para ratos machos e fêmeas.

CL50 inalatória: entre 60 e 577 mg/m3 para ratos machos e > 577 mg/m3 para ratos fêmeas.

Irritação ocular em coelhos: sinais de irritabilidade reversíveis em 7 dias.

Irritação dérmica em coelhos: sinais de irritabilidade reversíveis em 72 horas.

Sensibilização cutânea: positiva.


EFEITOS CRÔNICOS:

Em estudos de longo termo (toxicidade/carcinogenicidade) realizados para o fomesafem com animais de laboratório não foram registradas evidências de efeitos crônicos que representem risco significativo ao homem. O fomesafem tem um modo de ação específico por espécie. Na espécie dos camundongos, ativa o receptor PPAR. Em humanos este modo de ação não ocorre baseado na diferença entre espécies e na toxicocinética.



DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

  • Este produto é:




- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).







X

- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).










- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).










- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).




  • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.

  • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.

  • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas

  • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.

  • Não utilize equipamento com vazamento.

  • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.

  • Aplique somente as doses recomendadas.

  • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.

  • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.

  • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes a atividades aeroagrícolas.


2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

  • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.

  • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.

  • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.

  • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.

  • Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.

  • Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.

  • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.

  • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.

  • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

  • Isole e sinalize a área contaminada.

  • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA - telefone de emergência: 0800-704-4304.

  • Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).

  • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

  • Piso pavimentado: absorva o produto derramado com serragem ou terra, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

  • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, adotando os procedimentos acima descritos para o recolhimento e destinação adequada.

  • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

  • Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.


. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:



  • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;

  • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;

  • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;

  • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;

  • Faça esta operação três vezes;

  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.


. Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

  • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;

  • Acione o mecanismo para liberar o jato de água;

  • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;

  • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;

  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

  • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;

  • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;

  • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;

  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.


TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.





EMBALAGEM SECUNDÁRIA


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.


TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.


- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICÍPIO:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).




INFORMAÇÃO DE RESTRIÇÕES NO ESTADO DO PARANÁ – FLEX.

Situação atual:  Liberado sem restrição de uso.








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