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Curso de arquitetura e urbanismo


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CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

PROFª FÁTIMA ANDRADE PELAES



Disciplina: Arquitetura e Urbanismo Contemporâneo notas de aula

INTRODUÇÃO

Arquitetura contemporânea, termo que assinala as mudanças ocorridas na arte da construção de edificação publicas e privadas em meados do século XIX e durante o século XX. Arquitetura contemporânea nos nos tempos atuais, sucedendo à arquitetura moderna, tendo como um grande facilitador a evolução tecnologica nos mais diversos segmentoas. Diversos arquitetos são destacados nesta fase da arquitetura entre eles podemos citar: Le Corbusier, Frank Lloyd, Oscar Niemeyer e outros e outros.

O PÓS-MODERNISMO

O pós-modernismo é um conceito diversificado originando uma abordagem estética em diversos segmentos ligados a arte tais como cinema, teatro, artes visuais e arquitetura. Na arquitetura suas conotações mudaram consideravelmente no período que compreendo de 1970 a 1995. Neste período vale a pena notar que poucas idéias da economia política ou da sociologia passaram para a arquitetura, especialmente as do equivalente econômico e social do pós-modernismo, isto é, o pós-fordismo. Contudo teorias do conhecimento e da estética vindas de outras disciplinas infiltraram-se na arquitetura.

O pós-modernismo características comuns tais como a rejeição da visão de mundo unitário incorporada ao que podemos chamar de narrativas mestras, ou seja, os grandes sistemas de explicação. Enquanto que em outras disciplinas existem variantes do pós-modernismo que causariam impactos na arquitetura, como os pós-estruturalistas e a desconstrução. A arquitetura pós-moderna é vista como um fenômeno estilístico, este termo indica distinção entusiásticas de uma nova abordagem que se pretendia fazer no inicio da década de 70, uma arquitetura diferenciada e sucessora do modernismo.

Segundo Diane Chirardo os melhores registros acadêmicos desta transformação da arquitetura foram publicados por Kenneth Frampton, Mary McLeod, Magali Sarfatti Larson e Heinrich Klotz.

Frampton e McLeod segundo a autora foram os primeiros polemistas favoráveis ao pós-modernismo e contrários ao movimento moderno apresentando em suas obras uma caricatura daquilo que se opunham, ou seja, a elaboração formal do modernismo e suas premissas sociais e políticas subjacentes. Ficando isento destas criticas edifícios como Instituto Salk, na Califórnia (1959-1965. Projeto de Louis Kahn, com uma localização defronte do oceano pacifico, o instituto Salk demonstra toda gama de interesses formais de Kahn: sistema mecânico e de serviço integrado instalados em andares separados entre os laboratórios, a exploração de “vazios positivos expressos”. Kahn respondeu ao programa relativamente simples apresentando propostas de uma divisão espacial de função, escritórios isolados do laboratório, sala de reunião separada. Verificamos claramente aspectos funcionais do programa e grande valorização do local, blocos feitos em concreto armado apresentando uma harmonia singular.

INSTITUTO SALK - O Instituto Salk para pesquisas biológicas (Salk Institute for Biological Studies), na Califórnia, foi fundado por Jonas Salk e construido por Louis Kahn com o objectivo de servir como uma instituição de pesquisa biológicas.



ARQUITETO AUTOR DO PROJETO SALK: LOUIS ISADORE KAHN- Norte-americano de origem estoniana, Louis Isadore Kahn admirava os sistemas construtivos romanos — como o das termas de Caracalla — e fez um estudo atento da história da arquitetura desde a Antigüidade até Claude Nicolas Ledoux (1736-1806), cujas propostas teóricas e realizações antecipam as tendências da arquitetura contemporânea. Entre as obras mais importantes de Kahn destacam-se os laboratórios Richards (1958-1061), na Universidade da Pensilvânia; o Instituto Salk (1965), em La Jolla (Califórnia); o Instituto Indiano da Empresa (1975), em Ahmedabad (Índia); e os projetos da década de 1960 para Dacca, a capital de Bangladesh, como o edifício da Assembléia Nacional.

O movimento moderno teve seu maior prestigio no período entre as duas guerras mundiais, quando surge o sentido de renuncia ao velho mundo , um compromisso de voltar as necessidades de habitação em massa em conjunto com a necessidade de exploração do potencial arquitetônico de materiais e tecnologia em muitas vezes desprezados pela geração antecessora. Exigindo desta forma muita criatividade de seus arquitetos.

Muitos dos arquitetos modernistas mantiveram como constante a crença no poder de forma para transformar o mundo, ainda que vinculado a um objetivo amplo e vago como a reforma social. Os arquitetos acreditavam que a falta de moradia e outros problemas sociais vividos naquele período tempo, poderiam ser solucionados com o uso da superfície lisa, da maquina e o racionalismo estrutural que compunham a arquitetura moderna. Esses pressupostos constituíram suportes ideológicos para os projetos urbanos de Le Corbusier para Paris, Marselha e projetos menores de residências particulares como os de Villa Savoye.

Segundo Chirardo, o movimento moderno não buscou apenas novas tecnologias ou rivalidade entre gerações, mais também por concepções bastantes especificas do papel da arquitetura e da fonte da forma arquitetônica. Mary MacLeod e Alan Colquhoun exploram, de modo frutífero, as varias correntes de pensamento características do movimento moderno sobre a questão de como a forma arquitetônica é gerada. Alguns arquitetos enfatizam o funcionalismo e a geração da forma. Por outro lado existe um grupo de arquitetos que enfatizam a instituição e o gênio do arquiteto enquanto criador de forma. Os primeiros modernistas mais importantes, Le Corbusier, Mies Van Der Rohe e Gropius, conseguiram combinar as duas concepções, porem são considerados como exceções.

O modernismo adquiriu uma nova ideologia após a segunda guerra mundial, em especial nos Estados Unidos, onde a estética do movimento moderno que apresentava características polida, mecânica e sem ornamentos voltou-se para as tecnologias estruturais de aço em conjunto com paredes de vidro para produzir arranha céus, prédios de escritórios e centros comerciais de custo variáveis. Neste período a noção do arquiteto como criador de formas começa a dominar as escolas e conseqüentemente em seguida a profissão.

Estes custos reduzidos dos prédios em conjunto com sua agilidade construtiva tornaram os prédios modernos atraentes para incorporadores e administradores urbanos, que aproveitando estas oportunidades começam a remodelar o centro da cidade no período das décadas de 50 e 60, quando a classe media norte-americana se desloca para o subúrbio em busca de uma melhor condição de vida. Como parte das grandes campanhas de revitalização urbana em virtude dos centros estarem se tornando despovoados, as cidades realizavam um grande programa de renovação urbana, Estas campanhas proporcionavam moradias com alugueis a preços razoáveis.

Governos, grandes empresas e instituições culturais como museus adotam a arquitetura moderna como sua marca em prédios que na maioria das vezes com o padrão de uma boa construção. Porem os arquitetos ganham crescente prestigio ao produzirem edifícios para incorporadores mais preocupados com rapidez, custo baixo e efeito espetacular.

A estética moderna passou a ser dominante após a segunda guerra mundial, com a população abalada pelas conseqüências destrutivas da guerra, muitos prédios importantes surgem neste período dentre eles podemos destacar alguns incorporadores tais como: Skidmore, Owing & Merril, Perreira and Associates, John C. Portmam Jr., Martin & Associates, Kohn Pederson Fox e Welton Becket Associates.

O hotel Hyatt Regency Atlanta, de Portman (1967), em Atlanta, Georgia exemplifica as inovações apresentadas pelo arquiteto que se tornou incorporador . Promovimo como o núcleo de transformação do centro da cidade, o Peachtree Center abandonou a tipologia modernista de hotéis em bloco e criou um grande átrio interno com altura de vinte e dois andares. Este projeto foi reproduzido por diversas vezes tornando um grande numero de hotéis construídos desta forma, todos os quartos estão voltados para o átrio central e para os elevadores envidraçados que levam o visitante a um restaurante giratório encimado por uma cúpula de vidro.

A partir da década de 50 os interesses econômicos e estéticos são difundidos pelo mundo tendo como um de seus precursores os Estados Unidos, estes se tornaram representantes do capitalismo empresarial em diversas regiões do globo. Desta forma o idealismo da padronização do movimento moderno realizou-se nas construções comerciais nos anos 60. Estas experiências construtivas mostraram-se pouco criativas. Por outro lado grupos de firmas seguiram em outra direção já anteriormente apontadas por Mies van der Rohe, tais como Skidmore, Owing & Merril e C.F Murphy Associates, estes produziram prédios de boa qualidade. O grupo composto por Buckminster Fuller nos Estados Unidos, Archigram na Inglaterra, Superstudio na Itália e os metabolistas japoneses, buscavam variantes do movimento moderno propiciados pela evolução tecnológica.

No projeto para universidade de Castellanza,1990- Aldo Rossi usou como partido a heterogeneidade, transformando uma fabrica antiga de tecidos em um campus universitário tomando como partido as diferentes formas estruturais.

ARQUITETOS INOVADORES

Kahn: Geometria sensual – Louis Kahn (1901-1974) foi considerado como um dos mais notáveis modernistas americanos. Sua galeria de arte da universidade de Yale atraiu a atenção internacional com seu exibicionismo estrutural, orem racional e abstração. Kahn considerava que a estrutura bruta possuía um grande potencial decorativo.

Em sua obra a biblioteca da Phillips Exeter Academy, ele decidiu que a grande importância de uma biblioteca era “pegar um livro e ir para a luz”, executou este projeto com esta determinação. Suas paredes exteriores são uma caixa de tijolos, cercando um enorme átrio interior, um espaço coberto de 4 andares é limitado por imensos círculos de concreto que revelam as estantes que cercam o átrio. Uma enorme viga de concreto em X atravessa o pátio central apoiando uma clarabóia. Segundo Strickland “a geometria é rígida mais a alma da construção é humana e funcional. Ela alimenta os olhos e a mente.

De acordo com Strickland, Kahn acredita que a atividade de cada componente merecia seu próprio espaço, no instituto Salk , estão dispostos duas fileiras de salão de leitura em torres de 4 andares que se alinham em um pátio de alvenaria, este drama estrutural americanizado anima o espaço mudo e o liga ao mar sem limite. O Kimbell Art Museum ( 1966 – 1972), mostra a magia de Kahn com a luz. Uma galeria com abobada semicilindrica é iluminada por feixe de luz natural, espreitando no topo da abobada, refletores de metal fazem a luz ricochetear para o alto, banhando o teto curvo de concreto em um brilho prata polida (Strickland,2005).

Aalto : A forma segue a floresta: De origem Finlandês Alvar Aalto ( 1898 – 1976), ficou conhecido como um modernista moderado que humanizou a estética da maquina. Iniciou sua carreira adotando um estilo vivamente funcional, cuja a obra representante deste período podemos destacar a biblioteca Viipuri ( 1927 – 1935), sua forma exterior fria era aquecida pelo abundante uso da madeira em seu interior, por intermédio de tiras onduladas de madeira dão ao teto do auditório formas onduladas.

E consegue combinar a geometria do estilo internacional com a cor local. A Finlândia é em sua maioria formada de bétulas e pinheiros, trazendo este bom gosto regional para os projetos. Villa Mairea (1938 – 1939), da a idéia de um mutante em seu espaço arborizado. Aalto suavizou a cobertura plana modernista, as paredes brancas e os ângulos retos um hall de entrada em forma livre, o seu interior é avivado com madeira serrada. As escadas estão alinhadas co pilares de madeira semelhante a um bosque de bambu. Ele consegue misturar de maneira harmoniosa materiais tecnológico com orgânico, fundindo desta forma tecnologia com tradição e habilidade.

Para este arquiteto o conceito de projeto racional deveria ser expandido para “ incluir exigências psicológicas “. Segundo Strickland ele considerava a madeira um material profundamente humano desta forma usou uma variedade de cores com a finalidade de avivar formas abstratas.

Para este arquiteto a arquitetura poderia ser esteticamente arrojada e socialmente comprometida. “ Ainda é dever do arquiteto tentar humanizar a era das maquinas “ dizia ele. “Devemos atingir uma solução simultânea de opostos “ segundo a concepção do arquiteto. Ele enfatizou formas modernistas reducionistas com elementos expressivos e aditivos. Ele consegue equilibrar a influencia regional com a internacional.

BRUTALISMO

  • Inspirado pelo concreto bruto ( béton brut).

  • Usado por Le corbusier em seu estilo final.

  • O brutalismo esteve na moda durante os anos de 1960 e inicio de 1970.

  • Possuindo as seguintes características:

  • Exterior explorando o concreto aparente bruto;

  • Marcas texturizadas da forma de concreto na superfície;

  • Aparência grosseira e agressiva;

  • Volumes sem acabamento ou arremates;

  • Superfícies marcadas e desgastadas;

  • Construção exposta grosseiramente;

  • Um pequeno grupo de arquitetos britânicos usou o brutalismo com o intuito de evitar a elegância e conforto, temos como exemplo:

  • Construções de Peter e Alison Smithson:

  • Expõe materiais estruturais com prazer;

  • Reboco e pinturas foram banidas;

  • Encanamentos e conduites elétricos ficam a amostra;

  • Tecnologia como decoração;

Segundo Strickland, A arquitetura modernista — em que o cubo é rei — não envelheceu bem. Côm o passar do tempo, a sujeira marcou as paredes planas de concreto, çomo rugas gravadas numa face lisa. Os arranha-céus de vidraças perderam o brilho. Despidas de ornamentos, as formas abstratas que no passa­do haviam parecido ultramodernas, por volta dos anos 1970, mostraram-se insípidas. Ao passar da margem para a cena principal, o modernismo errou. As construções anunciadas como vanguardistas nos anos 1930 perderam sua força quan­do a produção em massa da construção do pós-guerra cres­ceu rapidamente. A caixa de vidro, erguida a preço reduzi­do e sem nuances distintas, se tornou um emblema de con­formidade e capitalismo corporativo.

O que abalou o mundo arquitetônico e rompeu a força opressora das formas geométricas e lisas foi um livro de Robert Venturi, Complexity and Contradiction in Archi­tecture [Complexidade e Contradição em Arquitetura] (1 966). “A arquitetura”, declarou o arquiteto da Filadélfia, “é evolucionária tanto quanto é revolucionária”. Venturi de­safiou os profissionais a criarem construções que refletis­sem estilos históricos e locais mais do que fachadas anôni­mas e austeras que desprezavam o passado. O livro desen­cadeou o que o arquiteto Rem Koolhaas chamava de “um enorme renascimento do detalhe”.

Durante as décadas de 1970 e 80, as construções cha­madas de pós-modernistas foram decoradas não somente com cor — aquele lema modernista mas com um pastiche de elementos clássicos. Os arquitetos acrescentaram livre­mente uma miscelânea de elementos variados de todos os períodos da história. O liso se foi. O “vale-tudo” estava se expandindo.

Por volta dos anos 1990, o pitoresco Po-Mo [Pós-Mo­dernismo] tinha sido tão usado, afixado em todas as facha­das de centros comerciais suburbanos, que foi declarado antiquado. O próximo passo foi o desconstrutivismo, estilo cerebral de ângulos pontudos e formas partidas. Os prati­cantes do Decon [Desconstrutivismo] defendiam que o estilo refletia o caos cultural do final do milênio.

Outra tendência se deu em direção às formas rapida­mente originais tornadas possíveis em projetos feitos em computador. De repente, as imagens mais extraordinárias dos arquitetos tornaram-se viáveis. Quatro paredes retas ficaram obsoletas, e “pensar fora da caixa” virou o mantra. As construções podiam parecer rabiscos, moluscos ou qual­quer coisa. Explosões violentas como o Museu Guggenheim, de Frank Gehry, na Espanha, saltaram do espaço cibernético para o espaço real.

A partir dos anos 1960, a tendencia dominante na arquitetura se divide em varios ramos, esta diversidade passou a reinar dando inicio ao projeto sustentavel, prevendo o uso de estrutura com a utilização de materiais mais leves, mais finos e mais inteligentes com o objetivode uma regulação da energia eletrica. No domicilio digital, o softwere poderia controlar a temperatura ambiente, luz,entretendimento e comunicação.

O POS-MODERNISMO COMO RETORNO AO PASSADO

Líderes da arquitetura pós-modernista como Venturi, Charles Moore, Michael Graves, Hans Hoilein, Philip Johnson e Ricardo Bofihi ornamentaram suas construçõés com alusões históricas ou vernaculares. Como os espíritos persistentes no filme Poltergeist, recebidos com a frase “Eles estão de vooolta”, os ornamentos arquitetônicos retornaram como por vingança.

O aquiteto britânico John Outram (nascido em 1934), conhecido por ressuscitar o estilo egípcio, fez de sua Storm Water Pumping Station (1988), em Londres, uma experiência visual decisiva. Tiras.vibrantes de tijolo vermelho, amarelo e púrpura contrastam com colunas espalhafatosamente coloridas e capitéis de flor de lótus. (Na época pós-moderna, as colunas ganha­ram nova identidade. São tubos ocos, preenchidos com instalações elétricas, agindo duplamen­te como dutos de serviço.)




Notas de aula..................................................................................................................... Professora Fátima Andrade Pelaes

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